RELATÓRIO DA SEMANA DA MULHER – III OLHAR DE MINERVA – 2016

 

RELATÓRIO DA SEMANA DA MULHER DE 2016

 III OLHAR DE MINERVA

(A importância das mulheres na ciência)

 

A terceira edição do Olhar de Minerva foi realizada em Aracaju/SE, nos dias 04 de Março a 06  de Março de 2016. Todas as atividades desse evento ocorreram  nas dependências da Casa de Ciência e Tecnologia da Cidade de Aracaju – Galileu Galilei (CCTECA – Galileu Galilei). O evento contou com a participação de estudantes e entusiastas da Astronomia e das Ciências de modo geral.

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Figura 1: Cartaz de divulgação do evento, elaborado pelo setor da comunicação da SEASE.

O Evento visa homenagear mulheres de diversas áreas do conhecimento, para tanto são realizadas palestras cujas palestrantes são cientistas, pesquisadoras normalmente das instituições de ensino superior ou são profissionais de grandes empresas sergipanas.

O evento teve sua 1ª edição em 2014 e contou com  sete palestras que ocorreram nas noites do dias 8 à 14 de Março do mesmo ano. Cada palestrante homenageou suas colegas de profissão e também descreveu um pouco da sua própria contribuição na ciência. Nos dois primeiros anos, o lema foi “Olhar de Minerva: O Papel da Mulher Brasileira na Produção Científica.

Sua segunda edição aconteceu em 2015, contou com a participação de uma engenheira, uma física e uma socióloga. Nessa edição, elas contaram sobre a participação da mulher na ciência ao longo da historia e priorizaram contar sobre a atuação das mulheres em áreas da engenharia e das ciências exatas.

Em 2016, a terceira edição ocorreu nos dias 4, 5 e 6 de Março. O lema deste ano foi “A importância das mulheres na ciência”.  O evento contou com a realização de três palestras e inovou realizando, em uma tarde, observação solar, a exibição, em uma noite, de um filme. Outra novidade é que agora as palestrantes apresentaram  um tema de sua escolha e mostraram suas contribuições e não abordaram apenas a importância da mulher na sua área de estudo de modo geral, como era nas edições anteriores. Ainda outra novidade foi que no segundo dia do evento, dia 5 de Março, o evento foi duplo, ocorreu junto com mais uma edição do “CaféConsciência”, projeto este realizado e executado mensalmente pela CCTECA com o objetivo de debater com pesquisadores, cientistas, convidados e a comunidade em geral temas de importância para a sociedade, objetivando a aquisição de informações atualizadas e à formação de opinião crítica sobre os assuntos debatidos. Essa edição especial foi parte também do “III Olhar de Minerva”.

O evento III Olhar de Minerva foi realizado pela Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE) por meio de sua presidente Hellen Larissa Nascimento Chaves e demais membros da diretoria e sócios, pela Casa de Ciência e Tecnologia da Cidade de Aracaju (CCTECA – Galileu Galilei) representada por seu diretor Augusto Cesar Silva Almeida, tendo o apoio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS) – Campus Aracaju – representado pela Professora Drª. Elza Ferreira Santos e da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (FAPITEC/SE). Logomarcas das instituições organizadoras e apoiadoras, abaixo:

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Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE)

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 Casa de Ciência e Tecnologia da Cidade de Aracaju (CCTECA – Galileu Galilei)

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS)

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Fundação de Apoio à Pesquisas e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (FAPITEC/SE)

A abertura se deu por volta das 19h do dia 4 de Março. Autoridades ligadas à organização e realização do evento compuseram a cerimônia de abertura: A presidente da SEASE Hellen Chaves, o vice-presidente Jaelsson Lima, o coordenador da CCTECA Augusto Cesar e representando o IFS a Drª Elza Ferreira, a qual também foi quem nos concedeu a palestra de abertura. A presidente deu como iniciado o evento falando sobre o histórico do “Olhar de Minerva”, e de sua importância, sobre a programação e construção do próprio “III Olhar de minerva”, além de fazer um apanhado breve da SEASE e de sua história.  Augusto falou um pouco sobre o funcionamento da CCTECA e projetos e atividades que a mesma realiza, além de fazer a apresentação da palestrante.

A palestra de abertura, iniciou-se às 19h18, foi proferida pela profª Drª  Elza Ferreira (IFS/SE) com o tema “Astronomia sob os céus de Sergipe: mulheres promovendo ciência e tecnologia para todos”.

IMG_1247 Figura 2: O prof. Augusto Cesar coordenador da CCTECA ao lado de Hellen Chaves Presidente da SEASE, durante os pronunciamentos da cerimônia de abertura do III Olhar de Minerva.

Nesta palestra foi feito um apanhado sobre o projeto – Astronomia popular sob os céus de Sergipe – coordenado pela professora Elza, patrocinado pela FAPITEC. Esse projeto foi fruto de um edital a que concorreu a SEASE, e que envolveu praticamente todos os membros da Sociedade.   No início à abordagem foi sobre as primeiras cientistas da história, a exemplo de Hypátia (de Alexandria), e suas dificuldades e, exercer tais atividades perante a sociedade. Foi destacado, a fim de mostrar o silenciamento da história para com as mulheres cientistas, o número de recebedores do prêmio Nobel de 1901 até 2013: apenas 16 mulheres tinham sido agraciadas em um total de 540 prêmios concedidos na área de ciências (Física, Química, Medicina ou Filosofia). Outro ponto destacado foi sobre a Astronomia no Brasil. A pioneira foi Yedda Ferraz Pereira. Hoje o País se classifica entre os primeiros com percentual acima de 20% de participação feminina. Entre estas os nomes mais brilhantes são os de: Duília de Mello (NASA), Rosaly Lopes (NASA), Daniela Lazzaro (ON e IAU) e Thaysa Storchi-Bergman (UFRGS). Por último falou da SEASE no que diz respeito à participação feminina. Atualmente,  sua diretoria é composta, de uma presidente “Hellen Larissa”, uma tesoureira “Ívina Mittarraquis”,  uma secretária  “Dinorah Barbosa”, um vice-presidente “Jaelsson Lima” e de um secretário de comunicação “Silvio Willian”. Ou seja, é uma sociedade em que a presença feminina não está apenas na mera participação mas no exercício da administração. Destacou que é nesta gestão que aconteceu a execução do projeto Astronomia Popular sob os Céus de Sergipe, lembrou ainda que desde a fundação até os 5 primeiros anos a participação de mulheres na Sociedade (SEASE) era pequena. Mas em 2011, entrou Ívina (Física), em 2013 entraram Tayssa (Química), Dinorah (Física), Shyenne (Engenharia Elétrica) e Thaynara (Ensino Médio), as quais contribuíram com uma reforma estrutural com a atualização do estatuto e do regimento.  A SEASE se fortaleceu e surgiu a ideia de concorrerem a editais de fomento à pesquisa, criaram-se o Olhar de Minerva e o Luau Astronômico. No início de 2014, entrou Hellen (Ensino Médio), com a articulação das mulheres e com o aval de membros mais antigos Hellen se torna a presidente da SEASE. O sonho mais alto conquistado sob liderança destas jovens mulheres foi de conseguir trazer Rosaly Lopes da NASA para palestrar no Encontro de Astronomia do Nordeste, evento este organizado pela SEASE. CCTECA, IFS e UFS, em 2015.

IMG_1258 Figura 3: Apresentação da palestra de abertura com a palestrante Profª. Drª Elza Ferreira, no III Olhar de Minerva.

IMG_1277 Figura 4: Apresentação da palestra de abertura com a palestrante Profª. Drª Elza Ferreira, no III Olhar de Minerva.

Em seguida, às 19h52, deu inicio a segunda e última palestra da noite com a Profª. Me. Nara Strappa Facchinetti Doria (IFS/SE), intitulada de “Como não matar a engenheira que existe dentro de nós”. E assim encerrando-se as atividades do dia.

 A palestrante falou um pouco de sua vida e sua caminhada acadêmica. Sua formação é Engenharia de Computação e é mestra em Engenharia Elétrica, mas o caminho até esse ponto não foi nada fácil. Desde pequena queria ser engenheira Mecânica, já que se identificava mais com brinquedos considerados “masculinos” a pontos de desmontá-los e montá-los. Durante sua vida estudantil gostava muito de matemática e chegando a hora do vestibular a vontade de querer fazer engenharia foi “desencorajada” pela família, pois tinham o pensamento de que  engenharia não era para mulher, aí optou em querer fazer matemática, mas acabou desistindo por ser desencorajada novamente, agora pelo motivo “e depois disso o que você vai fazer? Ser professora?”, acabou prestando vestibular para à área de medicina, mas acabou ficando excedente. Um ano depois decidida resolveu prestar vestibular para Engenharia Mecânica na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e também para Ciências Contábeis na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) por envolver matemática e ser próximo de sua residência, no último dia de se inscrever sua irmã tinha avisado do surgimento do curso Engenharia de Computação, mas a mesma na hora não deu importância. Acabou aprovada nos dois cursos e escolheu Engenharia Mecânica na UFBA. Chegando no primeiro dia de aula o professor da turma que era também coordenador do curso e chefe do departamento de modo indireto deixou claro que o curso era extremamente masculino, na turma havia apenas duas mulheres e uma era ela. Com o passar do tempo acabou não se identificando com o curso e nem com o professor, desestimulada acabou desistindo. Acabou se escrevendo para a Engenharia de Computação na UEFS e aprovada, no inicio das aulas percebeu que era a única mulher da turma. Durante o curso, sofreu preconceitos e piadas. Ouviu diversas frases depreciativas do tipo “mulher não consegue se formar em engenharia”, até que o coordenador do curso presenciou alguns atos e aí a apoiou e deu exemplos de mulheres de sucesso na engenharia.  Apesar de algumas piadas, formou-se e depois fez o mestrado em Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Sergipe (UFS), nesta Universidade não houve problemas com relação a preconceitos, apenas um fato curioso chamava atenção, o banheiro feminino do departamento era utilizado para depósitos e ela precisava ir a outros departamentos quando necessitava, talvez pelo fato de ser rara a presença de mulher no curso.  Hoje ela atua como professora no Instituto Federal de Sergipe (IFS). E assim foi finalizada a palestra e as atividades da referida noite.

IMG_1307 Figura 5: Uma das imagens com  a Profª. Me. Nara Strappa Facchinetti Doria  (IFS/SE), durante a apresentação de sua palestra intitulada de “Como não matar a engenheira que existe dentro de nós” no III Olhar de Minerva.

IMG_1305 Figura 6: Uma das imagens com  a Profª. Me. Nara Strappa Facchinetti Doria  (IFS/SE), durante a apresentação de sua palestra intitulada de “Como não matar a engenheira que existe dentro de nós” no III Olhar de Minerva.

Neste dia tivemos a ilustre presença da TV Atalaia, afiliada da Rede Record de televisão.

IMG_1251 Figura 7: Uma das imagens com a TV atalaia entrevistando a presidente da SEASE Hellen Chaves, durante o primeiro dia do III Olhar de Minerva.

IMG_1267 Figura 8: Uma das imagens com  a TV atalaia entrevistando uma pessoa do público durante o primeiro dia do III Olhar de Minerva.

IMG_1301 Figura 9: Uma das imagens com  a TV atalaia fazendo a repostagem do evento no dia do III Olhar de Minerva.

No segundo dia, 05 de Março de 2016, o evento foi duplo, ocorreu junto com mais uma edição do “CaféConsciência”, às 19h13 deu início a palestra com a Drª. Susana de Souza Lalic (DFI/UFS), intitulada de “Energia nuclear: O bom, o mal e o belo”.

A abordagem inicial foi sobre a demanda de energia mundial, a qual atualmente 80% da energia do mundo vem de combustíveis fósseis. Isso tem provocado problemas ambientais, além da provável diminuição das reservas de combustível. Outro ponto debatido foi a questão da produção de energia elétrica, cujas principais produtoras no mundo se origina das Usinas Hidroelétricas, Termoelétrica e Nucleares. Esta última advinda de reações químicas e assim liberando energia através do processo chamado de “fissão nuclear” que consiste na quebra de núcleos atômicos instáveis em núcleos menores, para isto acontecer um enriquecimento de Urânio-235 em até 3% (enriquecimento controlado), lembrando que o enriquecimento a 90% seria o de uma bomba nuclear. Um dos problemas das usinas baseadas em fissão nuclear é onde depositar os rejeitos radioativos (lixo nuclear).

Em toda historia das usinas nucleares aconteceram três acidentes graves: o de “Three Mile Island” (Pensilvânia nos EUA em 1979) houve um vazamento de radioatividade para a atmosfera devido a problemas mecânico e elétrico, o acidente foi causado por erros humanos  de decisões erradas tomadas por pessoas sem preparo. Nesse acidente, não houve registro de morte direta; “Chernobil” (Ucrânia, em 1970) houve falha em um reator e liberou uma nuvem radioativa contaminando pessoas, animais e o meio ambiente de uma vasta extensão de terras, até 2004 tinham morrido 49 pessoas em decorrência do acidente; o de “Fukushima ” (Japão, em 2011) houve vazamento radioativo, em consequência de um terremoto de escala 8.9 e de um forte tsunami que atingiu a região.

Em seguida, foi a vez de explorar a demanda de energia no Brasil. Cerca 94% provêm de geração das Hidroelétricas (causando grande impactos ambientais na sua construção) e 5% de energia eólica e 1% o restante. Uma observação da palestrante é que não existem reatores nucleares apenas em Usinas, existem “reatores nucleares civis” e “reatores de pesquisas” em centro de pesquisas entre os quais nas Universidades, no Brasil, por exemplo, há um na (USP). Por último, a palestrante defendeu o uso de energia nuclear, para ela pelo custo beneficio ainda vale a pena investir neste tipo de tecnologia, já que os riscos são baixíssimos.

IMG_1362 Figura 10: Palestra com a Drª. Susana de Souza Lalic (DFI/UFS), intitulada de “Energia nuclear: O bom, o mal e o belo”, no III Olhar de Minerva.

IMG_1341 Figura 11: Palestra com a Drª. Susana de Souza Lalic (DFI/UFS), intitulada de “Energia nuclear: O bom, o mal e o belo”, no III Olhar de Minerva.

Em seguida houve uma pausa para as perguntas e coffee break. Depois o retorno para a segunda parte da palestra na fase das perguntas e, assim, finalizaram-se as atividades deste dia.

IMG_1411 Figura 12. Foto do coffee break. após a pausa da  primeira parte da palestras com a Drª. Susana de Souza Lalic (DFI/UFS), intitulada de “Energia nuclear: O bom, o mal e o belo”, no III Olhar de Minerva.

IMG_1414 Figura 13: Segunda parte da palestra, fase das perguntas, com a Drª. Susana de Souza Lalic (DFI/UFS), intitulada de “Energia nuclear: O bom, o mal e o belo”, no III Olhar de Minerva.

No terceiro e último dia de evento, 06 de Março, por volta das 15h45, iniciaram-se as atividades do dia com uma observação do Sol com telescópio, sob orientação de Jaelsson Silva Lima sócio e vice-presidente da SEASE e do sócio João Victor.

Foi utilizado para esta observação solar um telescópio refletor (de montagem Dobsoniana) de 180mm com um filtro solar apropriado para observar o Sol. Além disso, foram dadas explicações diversas sobre o Sol. Uma dica importante passada ao público foi a orientação de nunca olhar diretamente para Sol sem algum tipo de proteção adequada, sob o risco de ter a visão afetada permanentemente. Além de explicar suas propriedades físicas, a exemplo de manchas solar e erupções solar, etc.

observação solar-iii olhar de minerva Figura 14: Observação do Sol com telescópio, sob orientação de Jaelsson Silva Lima sócio e vice-presidente da SEASE e do sócio João Victor, durante o III Olhar de Minerva.

Após uma pausa, atividades retonaram, às 18h, para a última atividade do dia e do evento, que foi a exibição do filme “A fonte das mulheres”. Após o filme, ocorreu um pequeno debate sobre o mesmo.

O filme a Fonte das Mulheres de 2012, dirigido pelo francês Radu Mihaileanu, conta a saga de mulheres que resolvem lutar contra a hierarquia em sua aldeia que só beneficiava os homens e maltratava as mulheres. Para isso, uma estrangeira organizará um motim ente as mulheres desestabilizando as relações familiares, questionando os ditames da religião e a negligência do Estado.

O filme se passa em uma aldeia norte-africana, que sofre com a seca, sem água encanada, energia elétrica e de condições econômicas precárias – ela era sustentada, principalmente, por doações dos turistas –; Enquanto que os desocupados varões e patriarcas da aldeia passam o tempo, se divertindo, fumando, jogando conversa fora e bebendo chá, as mulheres têm de transportar água nos ombros por escorregadios caminhos de difícil acesso de um local distante no topo do monte até suas casas. Não importando se estão grávidas ou com cólicas menstruais (indispostas). É justamente para defender as gestantes – que por vezes se acidentam, causando abortos em metade da prole das famílias – que a jovem estrangeira Leila, sempre apoiada pela intrépida viúva e curandeira, apelidada de velha fuzil, propõe uma medida revolucionária de sensibilização dos maridos – do estrato social dominante: os homens – de modo que resolvam o problema do transporte de água: a greve de sexo.

Trazer água encanada para a aldeia mostrou que as mulheres unidas possuem força, mostra que unidas podem obter conhecimento e por meio de conhecimento podem questionar, conversar, fazer a sua própria história. Para o evento, o filme maca como a necessidade de repensar os paradigmas patriarcalistas que impõem dificuldades às mulheres quanto ao exercício do trabalho, por exemplo. O filme mostra que só o conhecimento, os estudos, a leitura podem fornecer subsídios para enfrentar uma tradição autoritária até mesmo para exigir que o Estado cumprisse suas obrigações.

IMG_1424 Figura 15: Finalizando a última atividade do evento foi exibido o filme “a fonte das mulheres”, no III Olhar de Minerva.

IMG_1427 Figura 16: Debate sobre o filme “a fonte das mulheres” logo após a sua  exibição no III Olhar de Minerva.

Após o final do pequeno debate, houve o pronunciamento de encerramento do evento. Os representantes presentes das instituições participantes foram Jaelsson S. Lima vice-presidente da SEASE e Augusto Cesar S. Almeida Coordenador da CCTECA e sócio fundador da SEASE e a Drª. Elza Ferreira Santos (Professora do IFS – Campus Aracaju) e sócia colaboradora da SEASE. Esta fez uma breve explanação do filme e Jaelsson agradeceu  a todos os presentes e àqueles que estiveram na organização do evento desde o início e, assim, o mesmo declarou de forma oficial o encerramento de todas as atividades relacionadas e, por conseguinte, o III Olhar de Minerva.

Agradecimentos: Nossos profundos agradecimentos a todos aqueles que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização do III O Olhar de minerva e em especial: a Drª Elza Ferreira e a Ívina Mittaraquis pelo seu envolvimento, desde elaboração do evento até o último dia de sua execução, a Hellen Chaves que também esteve envolvida no processo de elaboração do evento, a Jaelsson Lima que também foi participativo, a Willian Caires Secretário da comunicação da SEASE, por ter elaborado o cartaz do evento,  ao Prof. Augusto Cesar pela contribuição maior na organização do evento no segundo dia a alguns sócios que ajudaram de monitoria no dia do evento (Thaynara Santos, Ivo Matias, João Victor, Marcos Vinicius, Luiz Henrique, Liliane Martins, Tayssa Barreto, Italo Mello, Lucas Soares, Wolney Criscuolo e Luíz Felipe) e a todos os palestrantes que aceitaram o nosso convite.

ANEXOS:

Na realização III Olhar de Minerva, fizeram parte da Comissão organizadora: Hellen Larissa S. N. Chaves (Presidente da SEASE), Jaelsson S. Lima (Vice-Presidente da SEASE), Dinorah Barbosa da F. Teixeira (Secretária Geral da SEASE), Ívina Siqueira Perrucho Mittaraquis (Tesoureira da SEASE), Silvio Willian Caires Batista (Secretário de comunicação da SEASE), Augusto Cesar S. Almeida (coordenador da CCTECA e sócio da SEASE), Elza Ferreira Santos (Professora do IFS – Campus Aracaju e sócia colaboradora da SEASE).

Resumo do III Olhar de Minerva em números:

83 participantes (39 homens e 44 mulheres)

3 palestrantes (0 homens e 3 mulheres),

 3 palestras,

Comissão organizadora: 7 componentes ( 3 homens e 4 mulheres),

 

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Fotos do evento:

1º dia: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.469920586527187.1073741857.143131675872748&type=3,

2º dia: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.470231116496134.1073741858.143131675872748&type=3 ,

3º dia: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.470495126469733.1073741859.143131675872748&type=3

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Relatório na Versão PDF: Relatório do III Olhar de Minerva_oficial_final

 

São Cristóvão, 24 de Abril de 2016.

 

Revisores do texto: Profª. Drª. Elza Ferreira

Texto: Jaelsson S. Lima e Elza F. Santos

Ivo Matias Campos
Geógrafo com inclinação na área de Geociências, fã cerveja, ficção científica e literatura científica, amante da astronomia e astronáutica.

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